Encontram-se na literatura, estudos com o óleo de copaíba avaliando seus efeitos anti-inflamatório, analgésico e cicatrizante, sobre diversos órgãos ou tecidos, porém, nada é descrito quanto à utilização e sua eficácia em oftalmologia. Assim, pretende- se avaliar o efeito do óleo de copaíba (Copaifera multijuga Hayne), em úlceras corneais provocadas quimicamente. Serão empregados 24 ratos Wistar (Rattus novergicus, linhagem Wistar, variação albino), machos pesando entre 250 e 300 gramas. Após anestesia geral, as úlceras serão confeccionadas no olho esquerdo com disco de papel filtro embebido em hidróxido de sódio a 1N, durante 80 segundos. Os animais serão divididos em quatro grupos, com oito animais cada. O G1 receberá óleo de copaíba a 0,1%; GT solução Tween 80 a 5%; GE, pomada oftálmica comercial à base de acetato de retinol, aminoácidos, metionina e cloranfenicol; e o GL lubrificante ocular à base de dextrano e hipromelose, a intervalos de 6 horas, durante 72 horas consecutivas. Após os tratamentos, os animais serão submetidos à eutanásia ativa, com thiopental sódico e seus bulbos oculares coletados pela técnica de enucleação subconjuntival. Após a preparação rotineira das lâminas para microscopia de luz e coloração em HE, serão avaliadas para presença de epitélio corneal, bem como as características celulares das camadas corneais, presença de células inflamatórias e de neovascularização estromal.

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